Próximo desafio será em New Orleans!

Próximo desafio será em New Orleans!

 

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Fala galera, tudo bem? Estou muito contente por estrear minha coluna aqui hoje, pois o website GRID DE LARGADA passa a fazer parte do grupo de veículos de comunicação que publicam a Coluna do Helinho. Estarei aqui todas as semanas para falar como andam as coisas no campeonato da Fórmula Indy, contar um pouco da minha vida e interagir com os Leitores por meio de perguntas que vocês podem enviar para mim. Além disso, vou lançar algumas brincadeiras, sempre com prêmios para os Leitores. Espero que gostem e participem.

Quero começar falando sobre a corrida de abertura do 2015 Verizon IndyCar Series, realizada no último dia 29 de março nas ruas de St. Petersburg. Bom, antes, mesmo, vou falar da cidade. St. Petersburg fica no oeste do estado da Flórida, banhada pela Baia de Tampa e às portas do Golfo do México. De Miami até lá dá umas quatro horas de carro. O lugar é lindo, tem esquilo por todos os lados e a população nos recebe de braços abertos. Todo lugar que a gente vai acaba recebendo um carinho especial. Se vocês estiverem por essas bandas dos Estados Unidos, não deixem de visitar St. Petersburg com sua marina maravilhosa, o Museu Dali, o Teatro Mahafey, restaurantes maravilhosos e muito, muito mais.

Voltando à corrida, meu 4º lugar não foi nem bom, nem ruim. É aquela história do copo, que pode estar meio cheio ou meio vazio. Se vocês imaginarem que eu liderei a corrida e a vitória escapou naquela relargada da volta 48, a gente pode até pensar que o copo esteve meio vazio. Mas, por outro lado, como eu estive competitivo o tempo todo, andando sempre entre os primeiros, conquistando a melhor volta da corrida e lutando com o Tony Kanaan até a última curva pelo pódio – que acabou com ele pelo 3º lugar -, não tenho dúvidas em afirmar que foi uma maneira muito importante de começar o campeonato. Ah, o copo. Sim, meio cheio!

A Penske, como um todo, foi muito bem. Foi a estreia da nossa nova formação, agora um quarteto, pois o francês Simon Pagenaud veio para formar com o colombiano Juan Pablo Montoya, o australiano Will Power e comigo uma frente ofensiva cujo objetivo é dar o segundo título consecutivo na categoria para Roger Penske. Não há dúvidas de que nós quatro estamos em condições de conquistar poles, assinalar as melhores voltas nas corridas, vencê-las e brigar pelo campeonato. Isso ficou demonstrado no fato de nós quatro alinharmos na quatro primeiras posições no grid (Will, Simon, eu e Juan Pablo, nessa ordem), além de nossas boas posições de chegada. O Juan Pablo deu mais uma vitória para a Penske em St. Pete (eu já contribuí com três), o Will foi o 2º, eu o 4º e o Simon em 5º.

Mas apesar desse bom início, seria petulância da nossa parte achar que o Team Penske já ganhou. Nada disso. Se a gente olhar apenas para os quatro carros da Ganassi e os quatro da Andretti, vai perceber que tem gente graúda lutando pelo título. Só o 3º lugar do Tony já mostrou que a Ganassi está mais do que pronta para furar esse bloqueio e, sendo muito honesto, qualquer lista de candidatos ao título de 2015 não estará completa se não tiver pelo menos dez nomes. Essa é a grande característica da Fórmula Indy, que é marcada pela competitividade e é extremamente plural no que se refere a potenciais vencedores.

Enquanto vocês estão lendo a coluna de hoje, eu já estou seguindo para New Orleans, no estado da Louisiana, para a segunda etapa do campeonato que será no NOLA Motorsports Park, circuito misto permanente que está estreando no nosso calendário. Exatamente por isso é novidade para todo mundo em termos de corrida. Os poucos testes ali realizados dão apenas condições para que se tenha uma base para iniciar os trabalhos na sexta-feira, dia 10. Nada mais do que isso. O negócio será aproveitar cada minutos para descobrir um acerto eficiente para o final de semana. A largada acontecerá às 16h30 do domingo, 12, no horário oficial de Brasília, e a meteorologia promete tempo quente, mas com grande possibilidade de chuva no fim de semana. Será que nossa estreia na Louisiana será debaixo d’água? Na próxima semana eu volto para contar como foi. Tudo de bom e vamos que vamos!

Helio Castroneves e o Dallara Chevrolet do Team Penske (Foto STEVE SWOPE/TEAM PENSKE)

Acelerando com Helio Castroneves

Estatísticas …

Eu sou o brasileiro com maior número de vitórias na Fórmula Indy como um todo. Desde a minha estreia, no dia 15 de março de 1998, com o Reynard Mercedes #16 da equipe Bettenhausen Motorsports, até os dias de hoje, são ao todo 29 vitórias. Espero estar aqui na próxima semana comemorando a 30ª com vocês. CLIQUEM AQUI e vejam quais foram essas 29 vitórias.

Curiosidades…

Vocês sabiam que eu sou um dos pilotos que mais tempo está numa mesma equipe? Pois é, essa temporada de 2015 é a minha 16ª na Penske, onde estreei em 2000? De lá para cá já são 15 anos e 17 de Indy, pois antes de ser contratado pela Penske eu corri em 1998 pela Bettenhausen Motorsports e em 1999 pela Hogan Racing.

Foto da semana …

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Esta foto foi feita em St. Pete, durante a sessão de autógrafos no caminhão de merchandising da Penske. O fã comprou a miniatura e pediu a minha assinatura para guardar na sua coleção. Muito legal! (Foto Americo Teixeira Jr./Castroneves Racing)

Fale com Helio Castroneves…

Estou aqui ao inteiro dispor dos leitores do Grid de Largada para responder as perguntas que desejarem. Banta enviar um e-mail para press@castronevesracing.com

 

O website GRID DE LARGADA integra o grupo de veículos de comunicação, em língua portuguesa, que publica semanalmente a coluna do piloto de Fórmula Indy Helio Castroneves, sob licença da Castroneves Racing, Miami, USA. Todos os direitos reservados. Contatos: americo@diariomotorsport.com.br.

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