Piloto do carro #8 pontuou em todas as corridas até agora na temporada, mas busca salto de evolução em uma das pistas mais difíceis do calendário.

Após passar pelo Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás, a Stock Car chega neste fim de semana ao Paraná para a 4ª etapa do campeonato, realizada no Autódromo de Londrina. Uma das principais cidades do estado, a Capital do Café – como é conhecida – tem um dos traçados mais desafiadores do calendário, na opinião de Rafael Suzuki, mas o piloto do carro #8 chega animado para mais uma rodada dupla, depois te ter pontuado em todas as corridas que já aconteceram neste ano.

Além de ter completado todas as provas na zona de pontuação, Suzuki também passou ao Q2 na classificação – que compreende o grupo dos 15 melhores – em duas das três oportunidades até agora. Mesmo assim, o piloto destaca a busca por evolução nesta segunda fase da tomada de tempos, visando uma melhor posição de largada, e também no ritmo de corrida ao longo dos mais de 80 minutos de disputa, divididos em duas provas de 40 minutos mais 1 volta cada.

O circuito de 3.055 metros tem duas retas principais, e algumas subidas e descidas no traçado, além de curvas de baixa e média velocidades e muros próximos, com poucas áreas de escape, características que dificultam as ultrapassagens. Por isso, a meta é garantir uma boa posição de largada – sua melhor marca nesta pista foi o 8º lugar no grid, em 2017 -, e somar mais pontos para o campeonato. Depois de três das 12 etapas totais da temporada, Suzuki está em 19º na classificação geral, empatado com o 18º, a apenas seis pontos do top-15, entre os 30 pilotos que já correram neste ano.

Em Londrina, as atividades de pista começam na sexta-feira, com dois treinos livres. No sábado, mais uma sessão antecede a classificação, que define o grid de largada, a partir das 13:30, com transmissão ao vivo pelo GloboEsporte.com. No domingo (9), a corrida 1 tem início às 12h, com a segunda prova na sequência, ambas com transmissão ao vivo pelo Sportv.

Rafael Suzuki:

“Gosto muito de Londrina, tenho vários amigos na cidade, então é sempre bom correr aqui. Porém, a pista é uma das mais desafiadoras do campeonato, com um traçado manhoso, muros próximos, cheio de curvas cegas e que exige atenção extrema. O asfalto abrasivo também traz um alto consumo dos pneus. Apesar de termos pontuado em todas as provas até agora e passado ao Q2 em duas de três oportunidades, sabemos que ainda temos margem para evoluir bastante em questão de performance, e a equipe trabalhou muito nesse sentido desde a etapa de Goiânia. Nosso objetivo aqui é termos um fim de semana produtivo desde os treinos, na busca pelo melhor acerto, e conseguir pontuar mais nas duas provas, principalmente”.