Piloto da Academia Shell Racing chega a liderar duas vezes, consegue três segundos lugares em cinco baterias, e ocupa oitavo lugar entre 105 pilotos.

Um sonho com chances de se tornar realidade. Assim Gaetano di Mauro, único representante brasileiro no Mundial de Kart, definiu suas expectativas para a competição após as baterias eliminatórias deste sábado da categoria KZ2, com karts que tem trocas de marcha.

Após cinco baterias, o piloto da Academia Shell Racing é o oitavo na classificação geral, com 19 pontos perdidos, e ficou com excelentes possibilidades de se classificar para a bateria decisiva em Genk (Bélgica) – 34 de 105 pilotos avançam. Gaetano foi o melhor piloto da equipe CRG neste sábado.

Gaetano chegou a liderar duas das cinco baterias que disputou neste sábado. O brasileiro ficou, respectivamente, em segundo, segundo, nono, quarto e segundo lugares. Neste domingo, Di Mauro disputa mais uma eliminatória e, caso confirme a classificação, a bateria final.

Além de já estar bem posicionado, um dos sete grupos de kartistas ainda tem duas baterias a fazer, o que deve melhorar a posição de Gaetano antes da última eliminatória, pelo regulamento de pontos perdidos.

O que também deixa Gaetano animado para a sequência do campeonato é que o kart #167 vem apresentando ótimo desempenho com pneus gastos, e, dos dois jogos disponíveis para cada piloto, o brasileiro só utilizou um e está poupando o pneu zero para a bateria decisiva, que terá 23 voltas.

O Brasil tem quatro campeões mundiais de kart, e os melhores resultados do país nos últimos dois anos foram conquistados por um piloto da Academia Shell Racing, Gianluca Petecof, quinto no Barein e sexto na Inglaterra.

As provas do principal campeonato de kart do mundo são transmitidas ao vivo pelo site www.cikfia.tv
O que disse Gaetano di Mauro:

“Estamos trabalhando bem e podemos melhorar ainda mais no domingo. O dia foi muito positivo e nos permite sonhar com o título. O kart bem na minha frente não largou na terceira corrida, foi uma pena porque eu tive de desviar, caí para 18º e recuperei para nono. A segunda bateria liderei inteira e perdi na ultima volta. Os demais tinham pneu de uma corrida a menos, enquanto na última eu estava com pneu velho. Guardei um jogo para a final.
Vou de pneu usado na ultima eliminatória”